"O Studio Ghibli não é a Disney japonesa, mas sim a anti-Disney. Idealizado por animadores com raízes no movimento comunista japonês, seus filmes celebram o trabalho criativo e a solidariedade humana contra o capitalismo e a guerra."
Hayao Miyazaki em passeata de esquerda durante a juventude.
Pauta quel parel, que animação fodástica. Eu peguei no site da New Yorker. Vencedora do Sundance Festival 2022. Trabalho do animador John Hsie, de Taiwan. Um ônibus trafega à noite por uma estradinha tenebrosa. Tudo começa com uma mãe macaca e seu filhote. O motorista, uma velhinha pé no saco, um casal, um sujeito sozinho e uma dupla de mineiros estão no ônibus. Um roubo acontece e aí as coisas se intrincam e vão rolando os dramas. Eletrizante. Hsie diz que tem referências em Hichcock e Cesar Romero. Tem a ver em alguns detalhes. Enfim, uma das melhores animações que eu vi nos últimos tempos,.
Finalmente achei uma boa animação. Há tempos que eu não via. Vem da famosa escola National Film Board of Canada e fala da rotina sobrecarregada de uma criança.
O que é importante notar neste vídeo? Que animações atualmente não são mais feitas por artistas do traço, do desenho, mas cada vez mais por softwares. Eu confesso que não aprecio muito esta "evolução". Ative legendas porque está em japonês.
Toda guerra tem muitos pontos de vista. Esta animação é francesa e critica a postura russa para a guerra da Ucrânia. Imagino que se fosse sobre a guerra do Oriente Médio, criticaria os Palestinos, posto que a França apoia Israel. Mas, enfim, este filme, que não deixa de ser interessante e bem realizado pela escola Gobelins, mostra garota entregadora de delivery que vive em Moscou e testemunha o ódio e os sentimentos belicosos da sociedade em que vive. Oprimida, entra em devaneios sobre como pensa em combatê-los. Até Putin surge. Mas o filme não fala nada de Zelensky. O recado contra a guerra é válido, mas notei a visão restrita a um lado, e isto não é válido.
Esta animação já tem três anos, mas achei musicalmente interessante. Menino pobre que cresceu no meio da malandragem de sua cidade da periferia de Nova York, Frank Sinatra tinha especial predileção pelo Natal. Sua filha Nancy diz que ele realmente curtia o espírito natalino. Fazia questão de reuniões em casa na data e gravou várias canções com o tema. Seria uma maneira de superar a infância e a juventude difíceis? Não sei. Eu acho nhé nhé nhé de Natal uma coisa meio chata, mas com a voz dele o tal espírito natalino ganha força.
Animação bela e sombria. Escrito por Dostoiévski em 1877, O Sonho de Um Homem Ridículo é uma narrativa fantástica, sombria e pessimista sobre a humanidade e sua perdição. O conto surgiu num contexto bélico (a Guerra Russo-turca) e exprime todo o sentimento de pesar de um cidadão sobre o mundo massacrante em que vive. As aquarelas em movimento são de Alexander Petrov.
Com tudo o que estamos vendo na imprensa sobre os desmandos que ocorreram com os Yanomamis, esta animação vale a pensa ser vista.
Detalhes da produção: Direção, Produção e Roteiro
Tiago Carvalho Direção, Produção e Montagem
Julia Bernstein, Ilustrações
Guilherme Petreca, Animação
Diego Santos, Desenho Sonoro
Damião Lopes, Trilha Sonora
Tarde Ilustrada, Música de Créditos
Rio da Vida
Leandro Floresta, Narração Português
Alessandra Korap Munduruku
Narração e Tradução Munduruku
Jairo Saw Munduruku, Narração e Tradução Yanomami
Dário Vitório Kopenawa Yanomami, Oficina de Roteiro com o Povo Munduruku
Nuno Godolphin, Coordenação Geral
Ana Claudia Santiago de Vasconcellos (EPSJV/Fiocruz), Coordenação Adjunta
Paulo Cesar Basta (ENSP/Fiocruz). Esta animação é parte integrante do projeto de pesquisa "Impactos do Mercúrio em Áreas Protegidas e Povos da Floresta na Amazônia: Uma Abordagem Integrada Saúde e Ambiente".
Os caras mais inteligentes, bonitos e charmosos do mundo das animações estão de volta como... astronautas. Dá para ver apenas pelo trailer que continuam inteligente, bonitos e charmosos.